segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Bacharéis recorrem ao MPF









Falhas nas disciplinas de Direito Constitucional e Direito Penal supostamente ocorridas na 2ª fase do exame da OAB realizada no último domingo, 4 e a suposta recusa de tempo adicional para a realização das provas levaram inscritos no exame a protocolarem denúncia junto ao Ministério Público Federal . O advogado Eder Mendonça de Abreu presidente da Comissão de Exame de Ordem da OAB, esclareceu que a FGV concedeu o prazo adicional, bem como rege o edital e destacou que já solicitou cópias da ata da realização das provas para constatar as informações.


Com base em informações, vários inscritos na prova da OAB realizada no último domingo, 4, fizeram denúncia junto a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão e Defesa do Consumidor do Ministério Público Federal a fim de que seja instaurado um Inquérito Civil Público para apurar supostas falhas nas disciplinas de Direito Constitucional e Direito Penal da 2ª fase do exame, bem como a suposta recusa do tempo adicional que deveria ser dado pela organização da prova.

Conforme as informações, só há uma hora e meia do início da prova é que foi repassada uma errata aos candidatos e além de não ter sido dado tempo adicional, ao questionarem os fiscais sobre a situação os mesmos teriam alegado que estavam apenas cumprindo orientações da FGV.

Considerando o erro, o candidato explicou que era de se esperar o acréscimo de tempo, uma vez que a adição, em casos como o referido, estava previsto no edital elaborado pela OAB. Além do prejuízo do tempo, as informações dão conta que os candidatos ainda teriam sofrido transtornos como interrupção constante, perda de concentração e abalos psicológicos.

Ainda conforme as informações, a FGV , teria agido de má-fé e publicado nota no seu portal informando que foi dado acréscimo a todos os candidatos e que ninguém teria prejuízo e, ainda, que a seccional da OAB também teria informado que houve tempo adicional.

OAB explica

Segundo o advogado Eder Mendonça de Abreu presidente da Comissão de Exame de Ordem da OAB, seccional Tocantins diante das falhas a Fundação Getúlio Vargas, empresa responsável pela realização das provas concedeu o prazo adicional aos candidatos como rege o edital. Ainda de acordo com o presidente, a FVG passou de sala em sala verificando quem queria utilizar o tempo adicional e ainda informando que poderia ser feita a troca do caderno de provas. “Mesmo assim já solicitei cópia da ata da realização das provas para constatar as informações”, informou o presidente .


Fonte:surgiu.com

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